Bruno Miguel Almeida Frade

Desde que casamos e partilhamos a vida com emoção, sentimos a necessidade de criar a nossa própria tradição que desejamos empolgar aos nossos filhos.
A vida é feita de desafios e de objectivos, no inicio do ano escrevemos os nossos objectivos/aspirações/ambições num papel e colocamos no nosso sempre renovável “porquinho mealheiro de barro”, alimentando o dito cujo ao longo do ano com sobras de dinheiro até à altura do Natal, persistentemente passando cada Natal diferente numa cidade Europeia diferente e toda a tradição natalícia inerente. Nessa altura, enviamos postais de natal de onde estivermos para nossa casa contando histórias, quando voltamos a casa, já com os postais recebidos, ainda a rir, é hora de escacar o porquinho debaixo da árvore de natal e dizer a minha mulher que está ao meu lado o quanto a amo e o quanto desejo que nossos filhos nos sigam nesta tradição que criamos sem fim.